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Crédito foto: Denise Fidelis
As consequências do esgoto a céu aberto vão além do mau cheiro, como a proliferação de moscas, ratos e baratas e a poluição do ar, do solo e da água, além do risco de contaminação dos rios e lençol freático.

Vereador busca garantir o correto tratamento do esgoto

Como nem todas as residências são atendidas pelo sistema de esgotamento sanitário de Virginópolis, um dos problemas comuns enfrentados pela população é o convívio com o esgoto a céu aberto em alguns locais. Em dias de chuva, o esgoto que deveria ser encaminhado para uma Estação de Tratamento, transborda bueiros e poços em função da não capacidade da rede de suportar a demanda de efluente. Famílias ainda precisam conviver com o mau cheiro que vem do esgoto. As consequências vão além do mau cheiro, até a proliferação de moscas, ratos e baratas, contaminação do solo e da água e o risco de contaminação dos rios e lençol freático. Preocupado com isso, o vereador Wesley de Souza (PTB) está recolhendo assinaturas por meio de um abaixo-assinado para garantir o correto tratamento do efluente, bem como zelar pela saúde e bem-estar das pessoas, da flora e comunidade aquática como um todo, além de cumprir o dever no âmbito municipal como previsto pela Lei Federal nº 11.445/07.

O vereador Wesley de Souza (PTB), deu início ao trabalho de saneamento a fim de fazer a coleta adequada do esgoto, não permitindo sua disposição inadequada no curso d’Água – que se inicia na rua José Simão percorrendo entre a Rua Antônio Lúcio de Oliveira até a Rua Joaquim Pacheco. Segundo ele, o problema existe há cerca de 10 anos e a cada dia novas reclamações são feitas a ele. “A iniciativa surgiu por meio de vários moradores que se sentem prejudicados com tal situação. Realizamos, então, visitas aos locais afetados e pude observar que a situação está precária. Em alguns pontos, tem a presença de lixos e mato alto. Em conjunto com os moradores locais, propus a realização de um abaixo-assinado para reivindicar a solução desse problema”.

Pela realidade do município não ter uma Estação de Tratamento de Esgoto, este é despejado em córregos e ribeirões. O vereador lamenta tal irregularidade e se compromete a buscar recursos junto ao poder executivo para que o problema seja solucionado. “O município está sendo prejudicado em aspectos econômicos, ambientais e sociais pela ausência da Estação. Por isso, mediante ao recolhimento das assinaturas dos moradores, o abaixo-assinado será enviado ao poder executivo para que a indicação seja colocada em prática e fiscalizada. A sua gestão e o correto gerenciamento devem estar entre as prioridades do município. Deve ser realizada de forma transparente e participativa entre todos os atores envolvidos, que são o poder público, a sociedade e o setor privado. Só a partir desse compromisso conjunto poderá se estabelecer um plano de gerenciamento integrado destes efluentes com eficiência e que atenda e respeite as reais carências e necessidades do nosso município”.

Por Denise Fidelis
Assessoria de Comunicação

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